Abaixo, vou colocar uma parte do conteúdo do livro que achei muito interessante:
Menos é Mais
Essa é uma declaração e conceito contra-intuitivos. Pense a respeito. Como é menos alguma vez mais? Mais deveria ser mais, porque mais significa “mais.” A maioria dos líderes de igrejas trabalha sob a suposição de que mais é mais. Parece lógico assumir que mais programações é igual a mais impacto. Alguém raciocinaria que as igrejas que oferecem mais programações seriam as mais efetivas.
Travis Bradshaw da Universidade da Flórida pensou assim. Ele pensou que mais seria mais. Então, ele conduziu um projeto de pesquisa sobre o crescimento da igreja. Ele originariamente supôs que as igrejas que ofereciam mais programações cresceriam mais do que as que ofereciam menos programações. Sua pesquisa provou o contrário.
Quanto mais programações as igrejas do estudo de Bradshaw ofereciam, menos elas cresciam. Ele colocou igrejas dentro de categorias baseadas nos números de programações que elas ofereciam, e as igrejas que tiveram as percentagens mais elevadas de crescimento foram as igrejas que ofereciam menos programações.
Menos realmente é mais.
Menos programações significa mais foco na programação oferecida. Menos programações significa mais excelência. Menos programações significa mais energia para cada programação. Menos programações significa mais dinheiro distribuído para cada programação. Menos programações significa mais pessoas vindo para as que são oferecidas. Menos programações significa mais atenção das pessoas da sua igreja.
Menos programações significa mais impacto.
Enquanto nós estamos defendendo que você use programações existentes, nós estamos sugerindo que você nunca comece algo novo. A novidade é ótima. A novidade cria energia. A novidade atrai a atenção. A novidade produz crescimento. Mas a novidade não tem que ser mais. A novidade pode ser uma parte do menos. Há uma distinção-chave entre uma nova programação e uma nova opção.
Opções, Não Programações
Quando nós dizemos para limitar a adição, nós estamos nos referindo à programações. Novas opções são necessárias, e novas opções não são novas programações. Adicione novas opções, não mais programações. Um opção nova é apenas uma expansão da sua programação presente, e isso é uma grande diferença.
Você não pode perder essa distinção importante.
Adicionar novos cultos ou locais de culto não é adicionar uma programação extra ao seu processo. É uma expansão da sua programação presente. É promover uma outra opção para as pessoas. Adicionar novos grupos pequenos não é uma programação extra; é promover uma outra oportunidade para alguém se engajar em um grupo pequeno. Novos grupos pequenos ou classes de escola dominical sob a bandeira de seus grupos pequenos existentes ou da estrutura da escola dominical não é uma outra programação. É uma outra opção.
Você está pedindo as pessoas para virem para mais programações, ou você está dando novas opções? Dar novas opções ajuda a engajar as pessoas que não estão envolvidas. Também libera espaço, multiplica o ministério, e promove energia. A novidade tende a fazer isso.
Pense nisso na perspectiva das pessoas da sua igreja.
Se você providenciasse um outro culto, você esperaria que as pessoas que já estão envolvidas em um culto viessem para esse? Se sim, isso é uma outra programação. Se não, isso é uma outra opção. Se você providenciasse pequenos grupos em uma outra noite, você esperaria que as pessoas que já estão envolvidas em um grupo viessem para esse? Se sim, isso é uma outra programação. Se não, então isso é uma outra opção.
Você tem de se preparar para dizer não para à adição de novas programações ao seu processo, porque seu foco ficaria dividido. Contudo, você tem de estar ansioso para adicionar novas opções, porque novas opções ajudam a mover mais pessoas através do processo ministerial simples.
Elimine, limite a adição de programações, e reduza os eventos especiais.
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